Bem-Vindo
Tuesday, December 27, 2011
História do Ano
Tuesday, March 2, 2010
Conto da Semana
O Amor e o Ódio
Saturday, October 17, 2009
Pensamento Comunicacional da Semana
Regra da Boa Gestão em Negócios:
Controla os Sistemas de Informação e Comunicações
Ilustração:
Um chefe da Máfia descobriu que o seu contabilista tinha desviado milhões de dólares do caixa.
O contabilista era surdo-mudo, por isso fora admitido, pois nada poderia ouvir e, em caso de um eventual processo, não poderia depor como testemunha.
Quando o chefe foi dar-lhe um aperto sobre os milhões em falta, levou a advogada, que sabia a linguagem de sinais dos surdos-mudos.
O chefe perguntou ao contabilista:
- Onde estão os 10 milhões que desapareceram?
A advogada, usando a linguagem dos sinais, transmitiu a pergunta ao contabilista, que logo respondeu (em sinais):
- Eu não sei do que é que vocês estão a falar.
A advogada traduziu para o chefe:
- Ele disse não saber do que se trata.
O mafioso sacou uma pistola e encostou-a testa do contabilista, gritando:
- Pergunte-lhe de novo.
A advogada, sinalizando, disse ao infeliz:
- Ele vai-te matar se não disseres onde está o dinheiro.
O contabilista sinalizou em resposta:
- OK, vocês venceram, o dinheiro está numa mala de couro, que está enterrada no quintal da casa do meu primo Eurico, no nº 400, da Rua 26, no bairro de Santa Luzia.
O mafioso perguntou advogada:
- O que é que ele disse?
A advogada respondeu:
- Ele disse que não tem medo de paneleiros e que você não tem tomates para puxar o gatilho.
--
- A. D.
Friday, October 9, 2009
Deus da Semana
Tuesday, October 6, 2009
Conto da Semana
Thursday, May 21, 2009
Slogan do Dia
Tuesday, May 19, 2009
Conto do Dia
Wednesday, April 15, 2009
Conto do Dia
Monday, January 5, 2009
Conto do Dia
Um lobinho, perdido na selva, vê um tigre a correr na sua direcção.
Pensando rapidamente, repara nuns ossos caídos no chão e desata a roê-los.
No momento em que o tigre se prepara para atacá-lo, o lobo diz, com um ar feroz e bem alto:
- Ah, que delícia, este tigre que acabo de comer!
O tigre pára bruscamente. Desconfiado, como todos os tigres, resolve afastar-se, pensando:
- Que lobo terrível! Por pouco não me comia também!
Um macaco, que via esta cena, irritado com a astúcia do lobo, corre atrás do tigre e conta-lhe como ele foi enganado.
O tigre, furioso, rosna:
- Que lobo maldito! Vai pagar das boas!
O lobinho vê que ao longe o tigre regressa para o atacar e desta vez traz o macaco montado nas suas costas.
- Ah, macaco traidor! Que hei-de fazer? - pensa o lobito.
Em vez de fugir, resolve ficar de costas, fingindo que não estava a ver nada.
Quando o tigre se prepara para saltar de novo, o lobo eriça os pelos das costas, tornando-se o maior possível e resmunga:
- Que macaco preguiçoso! Já passou meia hora desde que o mandei trazer-me outro tigre e ainda não voltou!
- A. D.
(versão ligeiramente diferente da do e-mail gentilmente enviado por Célia Reis, a quem aproveito para desejar um Grande Ano)
Tuesday, December 2, 2008
Humor Machista e Provocatório do Dia
A VERDADEIRA AMIZADE FEMININA
Sofia ia a sair do cabeleireiro e encontrou a Carla na rua:
- Olá, Sofia!!! Cortaste o cabelo?
- Cortei, que achas?
- Estás muito gira, estás 10 anos mais nova. Essas madeixas ficam-te muito bem, está mesmo muito giro, vou fazer umas iguais!
- Ó Carla, é impressão minha ou estás mais magra?
- Sabes, fiz uma pequena dieta agora para o verão...
(meia hora de conversa depois...)
- Olha Sofia, querida, tenho de ir, adoro-te! Beijinhos e dá cumprimentos ao teu namorado!
- Carla, gostei de te ver, beijinhos...
Carla sai pensando: .. Como esta gaja ficou ridícula com aquele corte de cabelo! Será que ela não se vê ao espelho?
Sofia sai pensando: .. Esta Carla está cada vez mais gorda! Deve estar a morrer de inveja do meu penteado. Ainda quer fazer um igual ? Ela que pense em emagrecer primeiro!
A VERDADEIRA AMIZADE MASCULINA
O Luís ia a sair do barbeiro e encontra-se com o Pedro:
- Então Luis, seu paneleiro! Como é? Foste à tosquia?
- Não meu chulo... Fui só cortar as patilhas!
- Foda-se, que merda de corte foste fazer? Pareces um rabeta. Acho que andas a levar com ele!...
- É... Mas a tua namorada gosta!
- Vá porta-te!...ah, manda um beijo p`ra boazona da tua irmã,ok?
- Vai-te foder, cornudo! Não tens pica para ela! Vá, porta-te!
Pedro sai pensando: .. Este gajo pah... Cinco estrelas!
Luis sai pensando: ... Este caralho não muda.... é um bacano!
- A. D.
Tuesday, September 16, 2008
Conto do Dia
A Multidão
- Não faças aos outros aquilo que não queres que te façam a ti! – Gritei - Ora o que se passa, meus amigos? Passa-se que alguém ignorou este importante regulamento! – (um murmúrio de concordância fez-se ouvir) – Tenho de velar, por que ele seja cumprido. Aquando da sua promulgação, não se julgava que houvesse tal via de lhe desobedecer... - (pausa) – Estou tomado de grande agitação. Sei que é terrível, mas a situação não tem outro remédio… Isto implica um castigo exemplar, meus senhores. Só punindo a prevaricação se combate a desobediência! É preciso disciplina!
- Disciplina, disciplina! – Ululou a multidão.
- É preciso justiça!
- Justiça, justiça! – Berrava a turba.
(Ali, como uns leões!...)
O meu companheiro de tribuna não parecia convencido, a sua cara é um barómetro permanente do seu estado de espírito. Chegou mesmo a resmungar qualquer coisa ininteligível, mas o gigante olhou para ele, ameaçador. Após aquela troca de olhares tempestuosos, com medo de perder a oportunidade, ele levantou-se, dominando com a sua estatura todo aquele maralhal. A queixada beligerante moveu-se e a sua voz soou carregada de agressividade.
- Vamos a ele, vamos a ele! – E começou a correr em direcção ao espavorido réu, logo seguido pelo povo!
Um estarrecedor som de cabeça a ser esmagada por um tronco de árvore fez-se ouvir. Tudo estava consumado. Enquanto o povo cortava o corpo aos bocados com foices, virei-me para o meu amigo com um olhar interrogador. Voltou-se lentamente, fez um esforço e dominou-se.
- Vencido, mas não convencido – disse, já mais calmo.
- Vá, sejamos alegres, para afastar os cancros
(…)
- C@nd.
Friday, August 1, 2008
Anedota do Dia
- Há já vinte anos que vendo destes comprimidos e não tive uma única reclamação! Ora o que é que isto prova, meus senhores? – grita um charlatão para a plateia. Responde-lhe uma voz da multidão:
- Que os mortos não falam.
- A. D.
Monday, July 28, 2008
Trecho Incógnito do Dia
Doce
- Queria esse doce, não sei o nome…
- Uma tulipa, minha senhora… - respondeu o empregado, enquanto sorria.
- Ah, agora também já chamam nomes às tulipas…
(…)
Então ela sentou-se, suficientemente próxima para que eu pudesse respirar o agradável perfume que a envolvia…Tentou imprimir à voz o adequado tom de desculpa:
- Permita-me que lhe agradeça o tempo que me dispensou – disse, olhando especulativamente para a mão que eu tinha beijado.
A perspectiva de um novo encontro com ela não me atraía mesmo nada… Tinha todo o ar de se ter iludido, como é habitual entre as mulheres, na ideia de uma sugestão de engate, pelo que se esforçava para enviar sinais de que a resposta poderia ser sim…
- A. D.
Wednesday, July 23, 2008
Momento do Dia
Diálogo de um Casal de Velhotes
- Terei que o comprar ou o Manuel vai ao vinho?
- Não te aflijas! O merceeiro manda cá o que eu quiser. Se vais é porque queres!...
- Então manda!... Manda vir tudo!... Já não tenho idade para isto...
- Vai-te embora, “home”! Se queres, vai, já estás a demorar muito!
(Pausa. Estrondo da porta que dá para a rua, a fechar-se.)
- Fica a limpar a geladeira até que horas, fica esgotado, torna-se impossível! Chiça! (...)
- A. D.
Tuesday, July 8, 2008
Moral da História do Dia
O Cavalo e o Porco
Um fazendeiro coleccionava cavalos e só lhe faltava uma determinada raça. Um dia descobriu que o seu vizinho tinha um exemplar da mesma..
Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo.
Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário, que explicou:
- Bom, o seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu voltarei e, caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
Durante este período, o porco manteve-se a escutar toda a conversa.
No dia seguinte o fazendeiro lá deu ao cavalo o medicamento prescrito. Quando se foi embora, o porco aproximou-se do cavalo e disse:
- Força amigo! Levanta-tge daí, senão serás sacrificado!!!
No segundo dia, voltaram a dar o medicamento e foram embora. O porco aproximou-se do cavalo e disse:
- Vamos lá amigão, levanta-te, senão vais morrer! Vamos lá, eu ajudo-te a levantar... Um, dois, três, Upa!
No terceiro dia repetiram o medicamento e o veterinário disse:
- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os seus outros cavalos. Quando foram embora, o porco aproximou-se do cavalo e disse:
- Caríssimo, é agora ou nunca, levanta-te já! Coragem! Upa! Isso, devagar! Óptimo, vamos, um, dois, três, fixe, fixe, agora mais depressa, vá.. Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Venceste, Campeão!!!
Então de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre!!! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa... Vamos matar o porco!
Pontos de Reflexão:
- Isto acontece com frequência no ambiente de trabalho.
- Ninguém percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso.
- Saber viver sem ser reconhecido é uma arte.
- Se algum dia alguém te disser que o teu trabalho não é o de um profissional, lembra-te: Amadores, foram os que construíram a Arca de Noé, profissionais, o Titanic.
- Procura ser uma pessoa de valor, em vez de uma pessoa de sucesso.
- Helmit Mutsack
Friday, July 4, 2008
Moral da História do Dia
O dono de um talho é surpreendido pela entrada de um cão dentro da loja.
Enxota-o mas o cão volta a entrar. Volta a enxotá-lo e repara que o cão traz um bilhete na boca. Apanha o bilhete e lê: 'Manda-me 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor?' Também repara que o cão tem na boca uma nota de 50 euros. Avia o cão e põe-lhe o saco de compras na boca.
Impressionado, como estava para fechar, resolve seguir o cão.
O cão desce a rua, chega aos semáforos e com um salto carrega no botão para ligar o sinal verde. Aguarda a mudança de cor do sinal, atravessa a rua e dirige-se à paragem dos autocarros. O talhante está perplexo! Na paragem, o cão observa o painel dos horários e senta-se no banco, aguardando o autocarro.
Chega um autocarro, o cão vai à sua frente verificar o número e volta a sentar-se no banco.
Chega outro autocarro e, verificando que é aquele o número certo, entra. O talhante, de boca aberta, também entra para seguir o cão..
Algumas paragens depois, o cão fica em pé nas patas traseiras e carrega no botão de stop, para mandar parar o autocarro e sempre com as compras na boca.
O talhante e o cão caminham pela rua, quando o cão para à porta de uma casa e põe as compras no passeio. Vira-se um pouco, corre e atira-se contra a porta. Repete o acto mas ninguém lhe abre a porta. Contorna a casa, salta um muro e, numa janela, começa a bater com a cabeça no vidro várias vezes, retornando para a porta. De repente, aparece um tipo enorme a abrir a porta e começa a bater no cão. O talhante corre até ao homem, tenta-o impedir de bater mais no cão e diz-lhe bastante indignado:
- Óh homem, o que é que está a fazer? O seu cão é um génio!
O homem responde:
- Um génio? Já é a segunda vez esta semana que o estúpido do cão se esquece da chave!
(…)
Moral da história:
Podes continuar a exceder as expectativas, que a tua avaliação dependerá sempre da competência de quem te avalia!
- A. D.
Tuesday, July 1, 2008
Momento Cómico do Dia
(Só no PORTO, carago!)
História verídica ocorrida numa Faculdade da Universidade do Porto:
Uma professora universitária acabava de dar as últimas orientações aos alunos acerca do exame que ocorreria no dia seguinte.
Finalizou alertando que não haveria desculpas para a falta de nenhum aluno, com excepção de um grave ferimento, doença ou a morte de algum parente próximo.
Um engraçadinho que estava sentado no fundo da sala, perguntou com aquele velho ar de cinismo:
- De entre esses motivos justificados, podemos incluir o de extremo cansaço por actividade sexual?
A classe explodiu em gargalhadas, com a professora a aguardar pacientemente que o silêncio fosse estabelecido. Assim que isso aconteceu, ela olhou para o palhaço.
- Isso não é um motivo justificado - retorquiu, continuando serenamente - como o exame será de escolha múltipla, você pode vir para a sala e escrever com a outra mão... ou se não se puder sentar, pode responder de pé.
- A. D.
Monday, June 2, 2008
Conto Pedagógico do Dia
Prioridades
- Papá, quanto ganhas tu à hora?
Muito surpreso, o pai atira um olhar ao seu filho e responde:
- Ouve, meu filho, nem a tua mãe, se calhar, sabe. Deixa-me um pouco tranquilo. Tive um dia esgotante, estou cansado.
- Anda, Papá, diz-me. Quanto ganhas tu numa hora de trabalho?
Finalmente, o pai responde duramente:
- Cerca de 40 Euros à hora, os nossos amigos americanos diriam 50 dólares.
- Papá, podes emprestar-me 20 Euros? - pergunta a criança.
Mostrando a sua fadiga e o seu nervoso, o pai zanga-se:
- Era por isso que querias saber quanto ganho à hora? Para te emprestar dinheiro! Anda, vai dormir e pára de me enervar!
À noite, o pai repensou no que tinha dito ao seu filho. Será que ele queria comprar qualquer coisa de importante para ele, ou para dar um presente à mãe? (...) Para estar em paz com a sua consciência, ele vai ao quarto do seu filho.
- Já dormes, filho?
- Não papá, porquê?
- Tens aqui o dinheiro que me pediste - diz o pai.
- Obrigado, oh obrigado papá! - O rapaz põe a sua mão debaixo da almofada e tira 20 Euros. - Agora, já tenho o dinheiro suficiente! Agora tenho 40 Euros!!!
O pai olha para o filho, admirado, e não compreende a sua alegria.
- Papá, podes vender-me uma hora do teu tempo?
- A. D.
Wednesday, October 17, 2007
Conto do Dia
Tudo é esburacado como a memória da gente. A estrada tem poças de água enluaradas como buracos aquáticos. E os homens passam, vestidos de sacos velhos com buracos enormes, por onde enfiam as cabeças negras e patéticas. A noite cai rapidamente, vertical, e é fria e e cheia de buracos, como se fosse um imenso coador de bronze que triturasse os homens e os diluísse, num espesso puré de miséria e desespero. São milhares, aguardando a morte. E, com raiva, com fúria, fabricam filhos, filhos e mais filhos. Para que o coador não pare, para que a noite os engula, para que os sacos sigam, de geração em geração, de cabeça em cabeça, para que a indústria de cadáveres progrida – é preciso ter consciência profissional, que diabo – e que outros corpos de ébano, esqueléticos e tiritantes, deambulem nas ruas das cidades paupérrimas, que têm banquetes nas casas bem, cascatas de falências, montanhas de cheques sem provisão, tudo buracos, implacáveis buracos.
– Sidónio Muralha
Wednesday, October 10, 2007
Pensamento do Dia
Os dois eram jovens e formosos e, ainda que inconscientes, dir-se-ia que lhes cabia a culpa disso. Cabeças como as deles requeriam um cadafalso ou um trono. Estavam condenados de antemão e não o sabiam. Ignoravam que o preço da beleza é terrível, que o mundo não perdoa os privilegiados. – Juan Goytisolo